| Buda vivo diz que camarilha do Dalai quebra a cabeça para sobotar união étnica |
| 2008-03-27 |
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Beijing, 27 mar (Xinhua) -- A camarilha do Dalai quebra a cabeça para sabotar a união e a solidariedade entre as etnias Han e tibetana, o que pôde ser visto nos recentes distúrbios em Lhasa, comentou hoje o Buda vivo Chubakang Tubdain Kaizhub, chefe da seção tibetana da Associação Budista da China.
A camarilha do Dalai não quer ver e, por isso, tenta tudo para sabotar a união e solidariedade entre os dois grupos étnicos, que vivem num ambiente de família, acrescentou o Buda vivo. Em 14 de março, em Lhasa, a capital da Região Autônoma do Tibet, desordeiros mataram 18 pessoas inocentes e um policial, quebraram e saqueram lojas e botaram fogos em mais de 300 locais. Os amotinadores gritavam "todos aqueles que comem tsamba (uma típica comida das pessoas da etnia tibetana) saiam", de acordo com o Buda vivo. "O slogan é exatamente o mesmo gritado durante a rebelião armada de 1959, planejada pela camarilha do Dalai. A intenção deles é muito óbvia, somente para danificar a solidariedade entre os grupos étnicos", explicou. A etnia tibetana e a etnia Han vinham mantendo relações amistosas na história, de acordo com o Buda vivo, também membro do órgão de consulta política do país. Ele citou como exemplos os casamentos e os intercâmbios religiosos entre os dois grupos étnicos desde tempos antigos. "Depois da fundação da Nova China, os dois grupos étnicos tornaram-se dois irmãos da mesma mãe", comentou. De acordo com o budista, é uma grande sátira o prêmio Nobel de paz dado ao Dalai, uma pessoa com "paz" na boca que orquestrou os distúrbios em Lhasa, que envolveram agressões, quebra-quebras, saques e incêndios. Fim |