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Diário do Povo pede para acabar com conspiração das forças que promovem "independência do Tibet"
2008-03-23
Beijing, 22 mar (Xinhua) -- O Diário do Povo, o jornal oficial do Partido Comunista da China (PCC), publicou hoje um artigo em que pede para acabar com a conspiração e atividades de sabotagem das forças que promovem a "independência do Tibet".
Devemos nos dar conta das perversas intenções das forças secessionistas, hastear as bandeiras da manutenção da estabilidade social, proteger o sistema legal socialista e os interesses fundamentais do povo, e decididamente esmagar a conspiração e as atividades de sabotagem das forças que promovem a "independência do Tibet", com o objetivo de fomentar um ambiente social favorável para a reforma e o desenvolvimento, e para a felicidade e bem-estar da população, assinala o artigo.
A estabilidade social é a aspiração comum da população chinesa de todos os grupos étnicos e é um importante requisito da reforma e do desenvolvimento da China, explica.
Um Tibet do passado e um do presente falam forte pelo fato de que sem estabilidade, não haveria desenvolvimento nem a vida feliz que têm atualmente os tibetanos de diversos grupos étnicos, diz o jornal, indicando que os 1,3 bilhão de habitantes chineses, incluindo o povo tibetano, não permitirão que nenhuma pessoa ou força prejudique a estabilidade da região.
As evidências mostram que as atrocidades ocorridas durantes os distúrbios em Lhasa foram criadas pelas forças que promovem a "independência do Tibet" e planejadas pela camarilha do Dalai Lama, com a perversa intenção de prejudicar os próximos Jogos Olímpicos e separar o Tibet da pátria. Os fatos expuseram a hipocrisia da camarilha do Dalai Lama, que proclama a "não violência", "o diálogo pacífico", "a não busca da independência" e "o cuidado pelo povo do Tibet", diz o jornal.
A China tomou medidas para acalmar a violência. As medidas protegeram o sistema legal socialista, a vida, as propriedades e a estabilidade social e receberam o apoio da população da China de todos os grupos étnicos, incluindo os tibetanos, além das forças justas da comunidade internacional, acrescenta o artigo. Fim
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