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Conselheiro condena distúrbios em Lhasa
2008-03-20
Beijing, 20 mar (Xinhua) -- Pagbalha Geleg Namgyai, vice-presidente do 11º Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPC), o mais alto órgão de consulta política do país, disse, em um artigo publicado hoje, que os distúrbios em Lhasa são uma sabotagem conspirada pela camarilha do Dalai, que visa separar o Tibet da China.
"O tumulto tem um profundo pano de fundo político e cenário social complicado. Através da organização, premeditação e planejamento cuidadoso do evento, a camarilha do Dalai expôs seu mal propósito de provocar problemas em um período sensível e de perturbar a estabilidade política e harmonia do país", disse ele.
"Fiquei indignado pelo incidente e condeno firmemente o tumulto em Lhasa, organizado, premeditado e planejado pela camarilha do Dalai e que envolveu espancamentos, quebras, saques e incêndios criminosos", disse o conselheiro.
"O tumulto de sexta-feira passada prejudicou a ordem social. É uma violência planejada e incitada pelas forças secessionistas tanto nacionais como estrangeiras, que colaboraram estreitamente para buscar a 'independência do Tibet'", disse Pagbalha Geleg Namgyai, também presidente honorário da Associação Budista da China e presidente do Comitê Regional Autônoma do Tibet da CCPPC.
A agitação é uma conspiração política apontada para negar a liderança do Partido Comunista da China, para subverter o sistema socialista e o sistema da autonomia étnica regional, e para separar o Tibet da China, indicou ele.
"Combater a secessão e proteger a estabilidade não só envolvem os benefícios fundamentais do povo de todos os grupos étnicos no Tibet, mas também se importam para a causa da construção de um Tibet comparativamente afluente, pacífico e harmonioso", acrescentou.
Ele pediu ao povo do Tibet que entenda melhor a mal natureza do Dalai Lama, forme uma força unida para combater a secessão e proteger a estabilidade, além de ajudar o governo a levar os desordeiros e secessionistas ilegais à justiça. Fim
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