| Imprensa estrangeira e pessoas amistosas com China condenam distúrbios em Lhasa |
| 2008-03-20 |
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Beijing, 20 mar (Xinhua) -- Alguns jornais estrangeiros, grupos de chineses no exterior e pessoas amistosas com a China emitiram recentemente relatórios ou declarações para condenar o tumulto ocorrido em Lhasa, cidade capital da Região Autônoma do Tibet da China.
O International Daily News, da Indonésia, sugeriu atenção redobrada às tentativas das forças separatistas, como "Independência do Tibet", que visam sabotar os Jogos Olímpicos de Beijing. O jornal divulgou em um comentário que, como na Indonésia, as forças separatistas e terroristas também são os principais inimigos do governo e do povo chineses no momento. Os atos de violência física, espancamentos, vandalismo, saques e incêndios, premeditados pela "Camarilha do Dalai", visam realizar os propósitos políticos "sujos" do grupo, e devem ser resolutamente condenados, avaliou o jornal em chinês, World News, das Filipinas. Os criminosos devem assumir a total responsabilidade de seus atos de sabotagem, salientou o jornal em editorial. O Conselho para a Promoção da Reunificação Pacífica da China, de Zâmbia, emitiu uma declaração terça-feira, criticando os atos violentos que interromperam a ordem social e prejudicaram a segurança de vida e propriedades das pessoas. Os chineses no território zambiano apóiam os esforços para proteger a estabilidade social do Tibet, a vida e as propriedades da população em geral e a unificação da pátria, apontou a declaração. O secretário-geral da Associação de Amizade entre os Povos do Bangladesh e China, SA Sikder, disse que os atos violentos mostram que houve uma conspiração premeditada por alguns indivíduos e organizações com motivos ocultos. Eles querem manchar a imagem da China fazendo perturbações antes da abertura dos Jogos Olímpicos de Beijing, acusou, acrescentando que "isto é inaceitável para todos nós". Não existe nenhuma dúvida de que o Tibet é parte da China e "qualquer tentativa apontada para dividir a China está condenada ao fracasso", salientou Sikder. Fim |