| Comentário: A falsidade da posição "não violência" do Dalai Lama é comprovada pelo tumulto de Lhasa |
| 2008-03-18 |
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Beijing, 18 mar (Xinhua) -- O voto solene de não violência, feito domingo pelo Dalai Lama, comprovou, mais uma vez, de ser nada mais do que falsidade, pelo tumulto ocorrido recentemente em Lhasa, que foi apoiado pelo pacifista auto-proclamado.
Qiangba Puncog, presidente do Governo da Região Autônoma do Tibet, atualizou o número de mortes nos distúrbios para 13 em uma entrevista coletiva realizada segunda-feira. A cifra oficial anterior era de 10. "As vítimas são todos civis inocentes. Alguns foram esfaqueados e queimados até a morte e outros sufocaram em incêndios", disse ele. Mas o momento mais chocante durante seu relato foi quando o funcionário tibetano citou dois casos de brutalidades extremas dos desordeiros --um civil foi molhado com gasolina por desordeiros e queimado até morte, e em outro caso, vândalos espancaram um policial de patrulha até que este desmaiou, e cortaram um pedaço de carne de suas nádegas, do tamanho de uma mão fechada. As pessoas são honradas por praticarem o que eles disseram, mas isto não se adapta ao Dalai. Ele prega a paz só com suas palavras, e não com suas ações. Episódios repetidos de violência, desde a fracassada rebelião de 1959 com o fim de separar o Tibet da pátria, até a última série de violência em Lhasa, todos mostraram a hipocrisia do Dalai. Como pode o Laureado Nobel da Paz, que disse ao mundo, há apenas um dia na Índia, que "todo o mundo conhece meu princípio, que é, completamente de não violência", se justificar, com tais crimes bárbaros cometidos por seus seguidores? Com que base o Dalai pode comentar o governo chinês, que exercitou restrição máxima, enquanto ele imediatamente descartou qualquer chance de condenar os distúrbios que deixaram as pessoas tibetanas em medos e lágrimas? Liu Jianchao, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, disse que o tumulto de Lhasa expôs novamente a natureza secessionista da camarilha do Dalai e a hipocrisia e a fraudulência de "paz" e "não violência" que pregou. Os líderes religiosos tibetanos e especialistas também ignoraram seu pedido hipócrita de não violência por muitas vezes, e esta vez não é uma exceção. Cering Doje, vice-diretor do instituto regional de pesquisa da Academia de Ciências Sociais do Tibet, disse que ele questionou a humanidade e misericórdia do Dalai Lama. "Os defensores da religião cuidam e têm misericórdia, mas os desordeiros despreocupados atacaram hospitais e centros de diversão infantil", disse ele, "Eles pareceram ter perdido humanidade básica, e não existia nenhuma misericórdia". Basang Wangdu, outro tibetologista e membro de conselho da Sociedade Internacional de Tibetologia, disse que as pessoas podem conhecer, através dos distúrbios de sexta-feira, que o Dalai Lama não suspendeu sua atividade secessionista e que suas tentativas não terão sucesso. Porém, alguns meios de comunicação no exterior parecem ter ignorado o fato. Eles etiquetaram a violência severa como "demonstração pacífica", e caluniaram os esforços das forças cumpridoras da lei em garantir a segurança das pessoas e a ordem social como "reprimir os manifestantes". "Eu gostaria de saber se qualquer governo, que prega a democracia e defende o domínio da lei, podia tolerar suficientemente tal violência", perguntou Qiangba Puncog A história mostra que todas as tentativas, que visam provocar conflitos étnicos e separação, levarão a hostilidades armadas e grande infortúnio para o povo. Fim |