| Líder religioso e residentes locais condenam distúrbio ilegal em Lhasa |
| 2008-03-16 |
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Lhasa, 16 mar (Xinhua) -- O líder religioso da Região Autônoma do Tibet da China e residentes locais condenaram as atividades de distúrbio na sexta-feira, que destruíram a ordem religiosa e paz em Lhasa.
"Alguns monges não estudam os livros sagrados, nem seguem o código religioso, mas correspondem aos esforços de separação do grupo do Dalai Lama, que visam a destruir a estabilidade no Tibet e a ordem do Budismo Tibetano", disse domingo Dazhag Dainzin Geleg, vice-presidente da Seção Tibetana da Associação Budista da China. "Eles prejudicaram os interesses fundamentais do círculo religioso e dos fiéis. Estamos firmamente contra isso", disse o líder religioso. Uma comoção quebrou a paz em Lhasa na sexta-feira. Fontes do governo local disseram no sábado que pelo menos dez mortes foram confirmadas, principalmente por queimadura. No distúrbio, a polícia de Lhasa resgatou mais de 580 pessoas, incluindo três turistas japoneses. Tubdain, residente local, disse que viu uma menina com roupa vermelha, que parecia ser da etnia Han, ser seguida e espancada por seis pessoas na Rua Duosenge no centro da cidade. "Os desordeiros bateram na cabeça com pedras e as pernas com porretes", disse o tibetano de cerca de 50 anos. O presidente do governo local, Qiangba Puncog, que está em Beijing para a reunião parlamentar, condena sábado a agitação e disse que eles foram "organizados e premeditados" pelo grupo do Dalai Lama. "A conspiração separatista não terá sucesso. É um desejo comum do povo tibetano permanecer e manter a unidade nacional, solidariedade étnica e harmonia social", acrescentou. Fim |