| Comentário: Parar de dar a mão ao terror em Lhasa |
| 2008-03-16 |
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Por Wang Jiaquan - Escritor
Beijing, 15 mar (Xinhua) -- O prêmio Nobel ficou manchado, e a Medalha de Ouro do Congresso dos Estados Unidos provou ser nada a não ser uma folha de figo do Dalai Lama, quando desordeiros, apoiados por esse auto-proclamado pregador de paz, transformou Lhasa, uma cidade sagrada tranqüila, em uma terra de terror. E a intenção escondida atrás da alegação do monge de que procura "verdadeira e maior autonomia" do Tibet também provou ser hipócrita, quando centenas de seguidores dele gritaram a "independência", atacaram a polícia, quebraram as janelas, saquearam as lojas e atearam fogo em carros e até em uma mesquita. No entanto, este político imprudente não mostrou nenhum sinal de vergonha quando ele se desligou da conspiração como um monge inocente, ao persuadir, de forma hipócrita, os seus seguidores, uma massa de manobra, a "não recorrer à violência" numa declaração depois que Lhasa, a serena moradia dos deuses, foi agredida. Pelo menos 10 mortos foram confirmados durante a onda de violência, enquanto o número de feridos e outras perdas continua crescendo. Quando uma mulher, que não ousou deixar seu escritório perto de um supermercado saqueado e incendiado, me disse através de uma messagen de texto curto que Lhasa estava numa atmosfera de horror, acredito que a mão que está por trás dessa massa de manobra foi um mestre em produzir terror. Mas o monge de manto carmesim tem muitos instrumentos de se disfarçar para sobreviver à crítica da comunidade internacional contra a violência e o terror: a pregação de paz, a tolerância e a benevolência e o prêmio Nobel e a medalha dos Estados Unidos que foram agregados à sua aura. Agora os incêndios e o derramamento de sangue em Lhasa revelaram a natureza do Dalai Lama, e é a hora para a comunidade internacional mudar sua posição para com esse grupo sob o disfarce de não-violência, se ela não quiser ser enganada. O Dalai Lama e seu grupo nunca se contiveram da violência e terror. O professor de infância do Dalai Lama, uma austríaca, foi uma nazista. E também não é segredo que durante um longo tempo, após ter fugido para a Índia, o Dalai Lama manteve uma força, armada pelo seu patrão ocidental, para realizar atividades separatistas. O defensor de paz também não mostrou nenhum interresse nas campanhas globais contra as guerras norte-americanas no Afeganistão e no Iraque. A comunidade internacional, no entanto, parece ter negligenciado ou não está disposta a aceitar os fatos. A contínua tolerança à violência, sem dúvida nenhuma, significa a conciliação com o terror. Oferecer plataformas para o retórico Dalai Lama vender sua enganadora filosofia somente o estimulará a flutuar ainda mais longe da mesa de negociação sobre a questão do Tibet, que o governo chinês prometeu, em repetidas ocasiões, manter aberta. Sempre há países, organizações e indivíduos que queriam atuar como defensor moral quando alguma coisa que eles não gostam acontece. Agora, é a hora para eles fazerem alguma coisa, mas quem será punido, será um teste para a justiça. Quanto ao Dalai Lama, sempre acredito na capacidade e força da chamada "Sua Santidade" para rezar pela paz, mas a cena sangrenta em Lhasa me deu um justo motivo para duvidar da sinceridade desse monge que sempre está com sorriso no rosto. Fim |