| Wu Bangguo elogia relações econômicas sino-brasileiras |
| 2006-09-01 |
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Brasília, 1 set (Xinhua) -- A China e o Brasil, duas economias
altamente complementares, têm sólida base e enorme protencial que permitem desenvolver a cooperação econômica bilateral, comentou Wu Bangguo, presidente do Comitê Permanente da Assembléia Popular Nacional (APN) da China, em visita ao Brasil. No discurso pronunciado no parlamento brasileiro, Wu reiterou que o Brasil é o maior sócio da China na América Latina e que a China é o maior sócio comercial do Brasil na Ásia. Dados estatísticos mostram que o comércio bilateral chegou a um nível histórico com US$ 14,8 bilhões em 2005. No primeiro semestre do ano corrente, o comércio bilateral atingiu US$ 9,2 bilhões, 51,2% a mais que no mesmo período do ano passado. No fim de 2005, 89 companhias chinesas tinham investido no Brasil, com um investimento total contratado de US$ 199 milhões, destacou Wu. Segundo o líder do parlamento chinês, as empresas da China integraram 50 grandes projetos de mineração e dragagem de portos no Brasil, entre outros. Por seu lado, companhias brasileiras participam de grandes projetos na China, como a construção da represa das Três Gargantas, na província de Hubei, centro da China. A estrutura do comércio bilateral registra mudanças substanciais, o que é um outro sinal encorajador das relações comerciais bilaterais, disse Wu. Os produtos de alta tecnologia e de alto valor agregado do Brasil são bem-vindos na China, enquanto os produtos eletrônicos e de comunicação fabricados na China gozam de boa reputação no Brasil, disse. Os dois países desenvolveram e produziram em conjunto o Satélites de Recursos Terrestres, considerado modelo de cooperação Sul-Sul, comentou Wu. Fim |