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Serviço Olímpico: Apresentação do Museu do Palácio Imperial de Beijing
2008-07-16
Beijing, 16 jul (Xinhua) -- O Museu do Palácio Imperial, mais conhecido como Cidade Proibida, está localizado no centro de Beijing e é um dos mais importantes museus da capital chinesa pelo valor histórico e artístico de suas coleções e as construções imperiais que o formam.
O museu, designado em 1961 pelo Conselho de Estado (gabinete chinês) como um dos patrimônios protegidos mais importantes do país, foi incluído na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 1987.
A Cidade Proibida, construída entre 1406 e 1420 de acordo com os princípios de "Feng Shui", foi a residência dos imperadores das dinastias Ming (1368-1644) e Qing (1644-1911).
O palácio, de forma retangular, cobre uma área de 720 mil metros quadrados, com 961 metros de comprimento e 760 metros de largura, e dispõe de um total de 9.999 habitações. Depois que a família imperial da dinastia Qing abandonou em 1924 a Cidade Proibida, foi criado o Museu do Palácio Imperial, um ano depois.
De acordo com o inventário do museu de 28 volumes publicado em 1925, os tesouros deixados pela dinastia Qing incluem mais de 1,17 milhão de artigos. Pouco antes da ocorrência da Segunda Guerra Mundial, as autoridades do museu decidiram transferir a coleção para que não caísse em mãos dos invasores japoneses e para evitar o risco de ser destruída nas batalhas.
Entre fevereiro e maio de 1933, as peças mais importantes da coleção foram embaladas em 13.427 caixas e 64 pacotes e enviadas depois a Shanghai. Depois, foram transferidas à cidade de Nanjing, onde foi construído um abrigo destinado a sua conservação e se estabeleceu uma sucursal do Museu do Palácio Imperial.
Durante os anos 50 e 60, a compilação de um inventário sistemático das antigüidades do museu terminou corrigindo os catálogos inexatos elaborados anteriormente.
Depois de mais de uma década de esforços, foram recuperados 710 mil artigos do palácio da dinastia Qing, enquanto mais de 220 mil peças adicionais de grande importância cultural foram acrescentadas à coleção mediante atribuições nacionais, requisições e doações privadas.
No momento, o Museu do Palácio Imperial é o maior da China e conta com uma coleção de um milhão de obras de arte de grande valor. Entre elas se encontram pinturas, cerâmicas, bordados, esculturas e artigos de cerâmica, bronze, ouro, prata, jade, laca e esmalte, que em sua maioria pertenciam às famílias imperiais das duas últimas dinastias feudais da China.
Além de outros artigos do museu, como jóias, acessórios, relógios, medicinas e móveis, o conjunto de construções que o integram permite que os visitantes apreciem a beleza da antiga arquitetura da China.
As pessoas que desejarem visitar o complexo podem solicitar mais informação discando o telefone 0086-10-65132255, ou acessando o site da Internet www.dpm.org.cn/.
O horário de abertura entre 1º de abril e 14 de outubro é das 08h30 às 17h, mas a entrada só é permitida até 16h.
Desde 15 de outubro até 31 de março, o museu abre das 08h30 às 16h30, e a entrada é permitidas até uma hora antes do fechamento.
Os preços dos bilhetes também variam segundo a época do ano, com um custo de 60 yuans (US$ 8,8) por pessoa de 1º de abril a 31 de outubro e 40 yuans (US$ 5,8) de 1º de novembro a 31 de março. Fim
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